Web Radio Gospel Da Covilha - ((( Portugal))) Sua Amiga De Todos As Horas




Livres da culpa!


livre_da_culpaSe você tomar tempo para ler a história de Jó, vai ver que Deus dá ao patriarca o mesmo título quatro vezes: “Meu servo” (42:7-8). Que título honrado. Ele o possuía antes de começar o sofrimento (1:8) e continua a possuí-lo. Jó deve ter ficado profundamente satisfeito ao ouvir essas palavras ditas aos ouvidos daqueles que passaram tantos dias tentando rebaixá-lo. “Meu servo Jó falou o que é certo”.

Aqui estão aqueles homens que antes se colocaram na posição de juízes de Jó, procurando os animais exigidos e se inclinando diante do Senhor com suas ofertas, esperando que Jó ore por eles. Esta cena não é grandiosa? Esperamos tanto para vê-la! E como foi saudável para aqueles três acertarem as coisas, não só diante de Deus como também de Jó! É bom para nós confessarmos nossos erros para aqueles a quem ofendemos. É certo dizer com nossos atos que erramos, enquanto pedimos perdão.

Jó obedeceu ao Senhor logo que os homens fizeram a sua parte. Elifaz, Bildade e Zofar “… fizeram o que o Senhor lhes ordenara; e o Senhor aceitou a oração de Jó” (42:9). Eles agiram rapidamente. Não houve argumentação, luta ou relutância. Ele orou graciosamente a favor de cada um. Não há ressentimento da sua parte. Ele não diz: “Muito bom, ajoelhem. Vocês me colocaram no inferno. Vamos ver sua aparência quando forem humilhados. Ajoelhem-se – ponham o rosto no chão!” Nada disso. Lembra-se? O coração contrito não faz exigência a outros.
A cena é verdadeiramente grande! Você sabe por que está acontecendo? Pecados estão sendo perdoados. A culpa está sendo removida. É isto o que acontece quando justiça e misericórdia se misturam.
Como isto retrata tão bem o que se passou na cruz. É por essa razão que a morte de Cristo é chamada de “eficaz”. Ela é efetiva, porque a justiça de Deus contra o pecado foi uma vez por todas satisfeita na morte do Cordeiro. Como resultado, a misericórdia de Deus é liberada no perdão daqueles que confiam no Cordeiro. E ficamos livres. Enfim, livres!

 (Escrito por Charles Swindoll)